Segurança em condomínios


Preocupação crescente dos moradores das médias e grandes cidades brasileiras, a segurança ganha força com a ajuda da tecnologia. Condomínios, preocupados com o aumento da “procura” por bandidos, utilizam instrumentos projetados para fins diversos como aliados na busca de maior segurança.

Adotados inicialmente como uma solução prática para a redução de consumo de energia elétrica imposta por conta do apagão de 2001, os sensores de presença são acionados somente quando detectam algum movimento. Dessa forma, evita-se que as luzes internas de um edifício fiquem acesas sem necessidade. A novidade é que muitos condomínios vêm usando esse dispositivo também em suas áreas externas, para detectar a presença de estranhos. Assim, qualquer movimentação é logo denunciada pelas luzes que se acendem, como um holofote de helicóptero que ilumina criminosos, para usar uma imagem mais ilustrativa.

De qualquer forma, é importante atentar para uma avaliação correta e profissional que possa gerar um projeto que atinja os objetivos de segurança de cada condomínio.

As principais opções de segurança eletrônica para os condomínios são Circuito Fechado de TV (CFTV), controle de acesso, cercas elétricas e, principalmente, Alarmes Monitorados, com botões de pânico anti-assalto e anti-seqüestro ligados diretamente a uma central de monitoramento da empresa contratada.

Para aumentar as chances de sucesso do sistema, deve-se procurar uma empresa de tradição (já conhecida no mercado e com referências) para fazer o projeto. O mínimo que o contratante deve cobrar é o registro da empresa contratada no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), pois legalmente somente empresas que possuem tal registro estão autorizadas a fazer projetos; o segundo passo é exigir a ART (Anotação de responsabilidade técnica) do serviço executado.

Deve-se também pesquisar as novidades do mercado antes de contratar a solução: sistema de alarmes integrados com câmeras e transmissão de sinal sem fio independente da linha telefônica do condomínio é um exemplo. Um problema existente é qual linha telefônica usar, pois a maioria dos condomínios não possui linha telefônica e geralmente se usa a linha de um condômino ou do sindico, o que causa transtornos. Além disso, uma quadrilha especializada pode cortar o cabo de sinal telefônico do condomínio e o alarme será inoperante. Com esta nova tecnologia, este problema fica minimizado, pois a quadrilha precisará de um bloqueador de sinal de celular.

Com um bom projeto, evitam-se dores de cabeça constantes com disparos falsos, desgastes com vizinhos e condôminos pela má aplicação do sistema, multa pelo CREA por projetos irregulares e o principal: quando precisar de fato do serviço, corre-se o risco do equipamento não funcionar pela má aplicação ou aplicação inadequada com tecnologia superada.

2 comentários:

  1. No prédio onde moro tem alguem que durante a madrugada abre varia vezes o portao principal do predio pelo interfone do seu apartamento e com isso o alarme dispara. Temos uma suspeita de que seja um locatario e apresenta sinais de esquizofrenia. O que fazer se ainda e so uma suspeita, mas o problema existe e persiste em todas as madrugadas. Obrigada, Regina

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