Gente comum cuida de segurança


Analista de TI por profissão e síndico desde 2003 (primeira e única experiência como síndico), Raphael Rios, síndico do condomínio Valmir Campelo, Bloco I da SQN 214, Brasília, é um exemplo de que a boa administração de condomínios pode ser conseguida com boa vontade.

Em termos de resultados, Raphael coleciona, no pouco tempo de prática como síndico, índices invejáveis: 96% de aprovação pelos moradores, 0% (não se trata de erro de digitação, é 0% mesmo) de inadimplência e foi eleito o prefeito da quadra SQN 214 pelos próprios moradores.

Com o foco em segurança, o objetivo inicial foi automatizar todo o controle de acesso ao condomínio. Buscando a tecnologia mais avançada com custo x benefício adequado ao orçamento, o Sr. Raphael partiu para a busca da solução, avaliando acesso controlado por cartão, íris e impressão digital.

O uso de cartão foi descartado por ser facilmente entregue a outra pessoa, dificultando qualquer identificação posterior. Além disso, o morador precisaria carregar mais um item que pode ser esquecido, perdido ou roubado. E, por último, traz um transtorno a mais para o morador, pois exige que se decore mais uma senha na “selva cibernética” dos dias atuais.

O uso da íris para controle de acesso foi descartado por questões de preço. Apesar de resolver os problemas de segurança (não há como repassar a “chave” – olho – para outra pessoa, perder, esquecer, etc...), esta solução ainda tem custos elevados e, por isso mesmo, restrito.

A escolha recaiu sobre o controle de acesso por meio da impressão digital, que apresenta basicamente as mesmas vantagens da íris a um preço bem mais acessível.

Por meio desse sistema, cada entrada do prédio possui um leitor de impressão digital, permitindo a abertura para os moradores sem a necessidade de intervenção de qualquer funcionário da portaria e sem exigir que cada morador carregue algum dispositivo (como chave ou cartão) para isso.

O sistema permite ainda o cadastramento de pessoas relacionadas aos moradores de alguma forma: pais, irmãos, funcionários, enfim, qualquer pessoa pode ser cadastrada por meio de solicitação de cada condômino, agilizando o acesso destas sem a necessidade de chamar os porteiros, que ficam livres para outras atividades.

Para os visitantes que não estão cadastrados, o porteiro realiza o contato normal com o morador e pode efetuar a abertura do portão, tudo à distância, por meio de um telefone sem fio, não havendo necessidade de permanecer na portaria para tal fim.

A solução completa envolve ainda dois itens. O primeiro é um conjunto de câmeras cujas imagens, gravadas em computador, ficam à disposição do porteiro (por meio de monitores) e dos moradores (por meio de um canal específico na televisão). Junto das informações da biometria, torna-se um histórico detalhado dos acessos ao prédio.

O segundo item é um sistema de controle remoto para acionamento da abertura de portões da garagem com milhares de possibilidades de combinação, tornando praticamente nulas as chances de clonagem. É importante ressaltar que, no sistema tradicional de controle remoto, algumas poucas opções de freqüências estão disponíveis, facilitando o processo de clonagem por pessoa mal-intencionada e abrindo uma grande brecha na segurança do condomínio: o portão de acesso à garagem.

Sempre em busca de melhoria, o condomínio, na figura do síndico Raphael, já se prepara para colocar as imagens das câmeras para acesso via Internet (com sistema de senhas possibilitando acesso apenas aos moradores) e também para a troca do sistema de controle remoto para um ainda mais avançado: o novo sistema permitirá identificar quem está abrindo o portão, dificultará o processo de clonagem (praticamente impossível) e terá também um “botão de pânico”, que avisará o porteiro de que há um problema.

Com este novo sistema de controle remoto, em caso de perda basta informar ao sistema para que o mesmo seja inutilizado, evitando que alguém use o controle de forma indevida. Ainda, ao adquirir um novo controle, o mesmo precisa ser cadastrado no sistema para funcionar, impossibilitando que alguém obtenha um controle em uma loja e consiga abrir o portão de forma indevida, contribuindo ainda mais para a segurança dos moradores.

Se quiser conhecer mais sobre o condomínio, acesse o site www.portaldoscondominios.com.br, onde se pode ver os projetos realizados, em andamento e os futuros (incluindo a individualização de hidrômetro com telemetria).

Neste mesmo site, os moradores, por meio de senha, podem consultar da prestação mensal de contas até os contratos do condomínio com cada fornecedor. Parabéns Sr. Raphael! Esperamos encontrar outras experiências profissionais como a sua.

4 comentários:

  1. Boa tarde, gostaria de saber se é verdade que um morador que reside no mesmo apt por mais de 30 anos está isento de pagamentos referentes ao condominio e partes comuns? grata.

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  2. Bom Dia, gostaria de saber se é corretor um sindico vir no Domingo cortar a agua de uma moradora por atrazs (sei que e norma do condominio, atrasou cortou, porém no domingo?), e , depois a mesma foi ate a apartamento desde senhor e o mesmo disse que nao receberia o pagamento porque era domingo, porém corou a agua no DOMINGO. Na outra senama o mesmo foi ate o mesmo apartamento de cueca com uma correspondecia na mão que havia voado pela sacada, agressivamente para dizer que a mesma estava jogando lixo no predio, sendo que o predio é limpo, e papeis voam a todo instante, trata-se de abuso e perceguição..estou correta? como proceder? pois ninguem fala com ele pela agressividade.

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  3. Satisfação estar aqui e parabéns pelo blog inicialmente. Eu não sei se é possível voces me tirarem esta dúvida por aqui, mas...:
    - a questão é que a síndica de meu condomínio, além do cometimento de várias irregularidades como permitir que um morador que sequer é o proprietário legal ou seu procurador ( é um herdeiro, mas sem Inventário em aberto) vote em questões de orçamento, taxa extra, eleição de síndico e conselho,etc.), manter um microfone na portaria permanentemente aberto para a unidade dela com o fito de ouvir o que se passa e o que se conversa na portaria ( o 'Morar Bem' do Globo já me informou que trata-se de invasão de privacidade), vem sistematicamente promovendo um assédio moral, o qual já registrei no Livro de Reclamações do condomínio a cada ocorrencia, contra mim, minha companheira e minha unidade. Para culminar recentemente a síndica agrediu ( empurrou) minha companheira durante uma discussão na portaria o que resultou em que fizéssemos um RO na DP da área. O que eu gostaria de saber: diante desta situação eu posso soliciatar a um Juizado Especial Cível que me permita fazer o pagamento das taxas condominiais judicialmente ( depósito judicial)? Agradeço uma resposta. Obrigado

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  4. BOM DIA.

    MORO EM APARTAMENTO COM DOIS FILHOS PEQUENOS.
    MINHA VIZINHA DE BAIXO FUMA.
    A FUMAÇA ENTRA NO MEU APARTAMENTO.
    O QUE FAÇO?

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